O Cineclube Divisão apresenta neste mês de junho/2026 a 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos, uma iniciativa do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania – MDHC, em parceria com o Ministério da Cultura – MinC, e Universidade Federal do Ceará – UFC.
Serão várias sessões gratuitas de filmes brasileiros em diversos espaços da cidade, (IFCE | Campus Cedro, Escolas Municipais e Praça da Divisão, reunindo produções de realizadores indígenas, quilombolas e ribeirinhos, evidenciando a conexão direta entre justiça ambiental, diversidade cultural e direitos humanos.
Com o tema “Direitos Humanos e Emergência Climática: Rumo a um futuro sustentável”, a 15ª MCDH democratiza o acesso ao cinema, contribui também para a promoção e defesa de povos e comunidades tradicionais, e fortalece a identidade e o sentimento de pertencimento com o território.
Confira agora alguns temas abordados nos filmes da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos que serão exibidos nas sessões:
TERRA – Curtas que refletem sobre disputas por território, preservação da memória coletiva e resistência social.
ÁGUA – Curtas sobre justiça ambiental e memória, que atravessam rios, ancestralidade e resistência coletiva.
FLORESTA – Curtas indígenas que refletem sobre os impactos do agronegócio, ao mesmo tempo em que reafirmam práticas coletivas de resistência e cuidado com a floresta.
ESPECIAL | SESSÃO INFANTIL
4 Animações que convidam crianças, jovens e famílias a mergulharem em histórias sobre ancestralidade, natureza, imaginação e convivência coletiva.



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lança neste sábado (30), durante a programação do Rio2C, na Cidade das Artes Bibi Ferreira, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio, a plataforma Tela Brasil, serviço público e gratuito de streaming 100% voltado para o conteúdo nacional. Na agenda, o presidente contará com a companhia da ministra da Cultura, Margareth Menezes.
Desenvolvida pelo MinC com a parceria da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), a Tela Brasil é um projeto voltado à difusão do audiovisual brasileiro. “A iniciativa se consolida como uma política pública estruturante, voltada à democratização do acesso à cultura, à formação de público e à valorização da diversidade de narrativas do país”, destaca comunicado do MinC encaminhado ao GLOBO.
A plataforma será 100% gratuita, com acesso integrado ao Gov.br. Inicialmente, o serviço estará disponível apenas na versão web. A expectativa é que a Tela Brasil seja disponibilizada nas versões para iOS e Android em até 30 dias após o lançamento.
A plataforma chega com um catálogo de mais de 560 obras audiovisuais, entre curtas, médias e longas-metragens, além de seriados. A iniciativa contará ainda com recursos de acessibilidade, como audiodescrição, legendagem descritiva e Libras.
Já em seu lançamento, o catálogo oferecerá obras clássicas do cinema nacional, como “Deus e o diabo na terra do sol” (1964), de Glauber Rocha, “A noite do espantalho” (1974), de Sérgio Ricardo, “Xica da Silva” (1976), de Cacá Diegues, e “A hora da estrela” (1985), de Suzana Amaral, além de filmes brasileiros indicados ao Oscar, como “O quatrilho” (1995), de Fábio Barreto, e “O que é isso, companheiro”? (1997), de Bruno Barreto.
A seleção também inclui sucessos brasileiros do século XXI, como “Carandiru” (2003), de Hector Babenco, “Olga” (2004), de Jayme Monjardim, “Quase dois irmãos” (2004), de Lúcia Murat, e “Cinema, aspirinas e urubus” (2005), de Marcelo Gomes, e “As duas Irenes” (2017), de Fabio Meira.
A Tela Brasil também contará com acervo para os apaixonados por documentários, com obras como “Xingu Cariri Caruaru Carioca” (2015), de Beth Formaggini, “Divinas divas” (2016), de Leandra Leal, “Um filme de cinema” (2017), de Walter Carvalho, “Barão Vermelho: Por que a gente é assim?” (2017), de Mini Kerti, “Tia Ciata” (2017), de Raquel Beatriz e Mariana Campos, “My name is now, Elza Soares” (2018), de Elizabete Martins Campos, e “A mulher da luz própria” (2019), de Sinai Sganzerla.
Seguem outros destaques do catálogo: “Doces poderes” (1996), de Lúcia Murat, “Traição” (1998), de Arthur Fontes, José Henrique Fonseca e Cláudio Torres, “Gêmeas” (1999), de Andrucha Waddington, “Na quadrada das águas perdidas” (2011), de Marcos Carvalho e Wagner Miranda, “Qual queijo você quer?” (2011), de Cíntia Domit Bittar, “O velho rei” (2014), de Ceci Alves, “O grande circo místico” (2018), de Cacá Diegues, “Idade da àgua” (2018), de Orlando Senna, “Refavela 40” (2019), de Mini Kerti, “Inabitável” (2020), de Enock Carvalho e Matheus Farias, e “Mergulho” (2022), de Marton Olympio e Anderson Jesus.
A tradição junina brilha em todas as regiões do estado por meio do investimento de R$ 6,86 milhões do Governo do Ceará no edital de patrimônio e o São João avança como importante manifestação cultural à economia e salvaguarda de nossas raízes
As bandeirinhas se animam com a melodia da safona. A fogueira ilumina o céu e o aroma do nosso querido “pratin” ganha o ambiente. As cores, saberes e sabores da tradição nordestina estão em festa! O São João do Ceará te convida a viver uma das maiores expressões culturais do nosso estado. São 47 dias de evento, com programação e alegria garantidas nas 14 macrorregiões do estado.
O Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Secult Ceará) inicia, neste sábado (30/5), às 19h, o 26º Festejo Ceará Junino. A grande celebração de abertura acontece no Centro Cultural do Cariri, no Crato. Na oportunidade, a Secult Ceará divulgará as datas e as etapas regionais do campeonato estadual de 2026.
A especial noite de lançamento conta com apresentação da Festeja Siará, a grande campeã de 2025. A festa ainda traz o show do grupo Os Cabras de Lampião. Assim, a abertura oficial marca o início da caminhada pelos 21 festejos regionais que, ao longo do mês, espalharão música, dança e alegria de norte a sul do estado.
É o compromisso do Governo do Ceará com a valorização das tradições juninas e das manifestações culturais que atravessam gerações. Contemplando 21 projetos, os Festivais Regionais de Quadrilhas Juninas ocorrerão no período de 30 de maio a 13 de julho, dentro das 14 macrorregiões do Ceará.
A força do nosso São João acontece em Aquiraz, Baturité, Caucaia, Crato, Fortaleza, General Sampaio, Itarema, Itatira, Jaguaribara, Jaguaruana, Juazeiro do Norte, Meruoca, Nova Russas, Quixelô, Quixeramobim, Tauá e Ubajara.
Em 2026, é a vez de Limoeiro do Norte voltar a ser palco do encanto e brilho da grande final. 20 anos depois, o campeonato retorna ao Vale. Entre os dias 23 e 26 de julho, os grupos vencedores das etapas regionais festejam e decidem a 21ª edição do Campeonato Estadual de Quadrilhas Juninas.
“O Festejo Ceará Junino celebra a identidade, memória e força cultural do povo cearense. Cada grupo e sua tradição mantida viva em nossas comunidades representa a riqueza do nosso patrimônio imaterial. O Governo do Ceará reafirma, com este investimento, o compromisso de valorizar a cultura popular e movimentar a economia criativa em todas as regiões do estado”, compartilha a secretária de Cultura do Ceará, Gecíola Fonseca.
Entre os dias 27 e 30 de maio, Barbalha e Crato recebem a programação do IV Cariri Junino e do 26º Festejo Ceará Junino, reunindo mestres da cultura, quadrilhas, artistas e brincantes em uma grande celebração da identidade nordestina.
No Ponto de Cultura Terreiro Arte e Tradição, em Arajara, o IV Cariri Junino abre espaço para o “Ateliê das Mestridades”, promovendo encontros entre tradição e criação popular. O Mestre Raimundo Claudino e o Mestre Chico Ceará conduzem diálogos sobre narrativas, temas e saberes que mantêm viva a essência do São João.
A festa segue no Centro Cultural do Cariri, no Terreiro das Artes, com o brilho das quadrilhas e a emoção dos destaques juninos. Rainhas, casais de noivos e grupos de diferentes regiões do estado transformam o terreiro em palco de beleza, resistência cultural e pertencimento.
Entre as apresentações confirmadas estão as quadrilhas Santo Antônio, de Barbalha; Império Nordestino, de Milagres; Nação Nordestina, de Juazeiro do Norte; e Tradição Junina, do Crato.
Em 2026, o São João do Ceará alcança números que revelam a dimensão da política pública de incentivo à cultura popular no estado. Ao todo, o Governo do Ceará investe R$ 6,8 milhões no ciclo junino, sendo mais de R$ 4,3 milhões destinados diretamente ao fomento das quadrilhas.
Outro destaque desta edição é o investimento de R$1.150.000,00 para o 21º Campeonato Estadual e de R$1.281.000,00, para o Festejo Ceará Junino, o maior aporte já destinado ao evento, totalizando R$2.431.000,00 para o Ciclo.
O avanço de recursos destinados ao fomento dos grupos selecionados no Ciclo 2026 é outra importante conquista. A categoria Quadrilha Junina Adulta saltou de R$ 27.000,00 para R$ 30.000,00 este ano (em 2023, o valor era de R$ 22.000,00). A categoria Quadrilha Juninas Infantil ampliou de 25 para 30 projetos apoiados (no valor de R$ 22.891,00 cada).
A “Quadrilhas Juninas – Culturas Camponesas” passou de 10 para 15 projetos apoiados e o valor aumentou de R$ 20.000,00 para R$ 28.093,50 em 2026. Já a categoria “Quadrilhas Juninas da Diversidade ou Iniciante” (13 projetos apoiados) foi ampliada para R$ 15.607,50.
O circuito reúne 21 festivais regionais, totalizando 42 dias de programação (número que chega a 47 dias com a etapa final). Com uma programação que une manifestações tradicionais e inovação artística, o São João do Ceará fortalece economias locais, impulsiona o turismo cultural e desponta como um dos maiores e mais autênticos festejos populares do país.
“Os Festivais Regionais têm uma função social e econômica no fomento à economia artística, criativa e cultural, considerando o grau elevado de informalidade do setor e dos trabalhadores da cultura. Dessa forma, contribuem para a manutenção da dinâmica da produção e sustentabilidade econômica e social dos grupos e festivais regionais de quadrilha junina do Ceará”, destaca a coordenadora de Patrimônio Cultural e Memória da Secult Ceará, Jéssica Ohara.
*Fonte | SECULT – CE
A história e a bravura de Bárbara de Alencar, uma das maiores mulheres abolicionista do Brasil, estará em destaque em Cedro.
No próximo dia 10 de junho, das 10h às 11h30, no Auditório do IFCE – Campus Cedro, acontecerá palestra e distribuição gratuita de 50 livros – para alunos e convidados, sobre Bárbara de Alencar, conduzida pelo escritor cearense Gylmar Chaves.
Um momento especial de valorização da memória, da literatura e da cultura nordestina, proporcionando ao público conhecimento sobre a trajetória revolucionária de Bárbara de Alencar, símbolo de coragem, resistência e luta pela liberdade.
Gylmar Chaves é escritor e poeta, autor de 25 livros. Foi estudante do curso de Licenciatura em Música da Universidade Estadual do Ceará. Suas produções literárias, editoriais e artísticas estão presentes em dezenas de catálogos e livros.
Para escrever Bárbara de Alencar, pesquisou nos principais arquivos do Brasil e do exterior.
Gylmar Chaves já cruzou o Atlântico diversas vezes, realizando pesquisas em terras distantes. Como diria o poeta paraibano Zé Limeira: “Ele conhece Oropa, França e Bahia”.
Nos próximos dias 27 e 28 de maio, será realizado no IFCE-Campus Cedro, mais uma edição do projeto VOZES, que tem como tema “Arte existe porque a vida não basta”
O evento é aberto ao público externo e os interessados podem procurar o Professor AILTON PEREIRA, na sal do Departamentode Extensão, Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação do campus.
#PARTICIPEVOZES
#IFCECAMPUSCEDRO
#ARTECULTURA
É com grande alegria e orgulho que compartilhamos com toda a comunidade cedrense uma importante e valorosa conquista: fomos selecionados como um dos espaços participantes da campanha de difusão da 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos, promovida pelo Ministério da Cultura.
Através do nosso Cine Clube Divisão, integrante do Ponto de Cultura Casa de Cultura Popular Neném Galdino, estaremos realizando em breve, exibições gratuitas de filmes voltados à temática dos direitos humanos, promovendo reflexão, diálogo, cidadania e inclusão social por meio da arte e do cinema.
A 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos representa um importante instrumento de democratização do acesso à cultura e ao audiovisual, fortalecendo debates essenciais sobre respeito, diversidade, justiça social e valorização da dignidade humana.
Para nós, é motivo de honra fazer parte desta iniciativa nacional, reafirmando o compromisso do Cine Clube Divisão e da Casa de Cultura Popular Neném Galdino com a formação cultural, a consciência crítica e o acesso da população cedrense ao cinema de qualidade.
Em breve divulgaremos a programação completa das sessões, datas e locais de exibição. Toda a comunidade está convidada a participar deste importante momento de cultura, conhecimento e cidadania.
A Mostra Cinema e Direitos Humanos é uma estratégia do Governo do Brasil para a consolidação da educação e da cultura em Direitos Humanos, entendendo o audiovisual nacional como forte aliado na construção de uma nova mentalidade coletiva para o exercício da solidariedade e do respeito às diferenças.
Criada em 2006, com a finalidade de celebrar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a mostra amplia e diversifica os espaços de informações e debates sobre direitos humanos, por meio da linguagem cinematográfica, tornando-se instrumento valioso de diálogo e transformação para públicos com pouco ou nenhum conhecimento sobre direitos humanos.
A realização anual atende ao Programa “Promoção da Cidadania, Defesa de Direitos Humanos e Reparação de Violações”, previsto nos objetivos estratégicos do Plano Plurianual (PPA) do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Alinhada ao objetivo específico de “promover a incorporação e o fortalecimento de valores de direitos humanos na sociedade por meio de ações de educação e cultura”, a Mostra reforça o compromisso de fomentar uma sociedade mais consciente, inclusiva e comprometida com os princípios dos direitos humanos.