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Cineclube Divisão realizou sua última sessão dentro da programação da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos, encerrando um mês de intensas atividades de exibição, reflexão e diálogo com a comunidade cedrense.
A sessão de encerramento aconteceu no auditório do IFCE – Campus Cedro, instituição parceira que teve papel fundamental para o sucesso desta importante iniciativa em nosso município. Ao longo do mês de junho, o campus acolheu diversas atividades da Mostra, contribuindo de forma significativa para a promoção da cultura, da educação e da cidadania.
Registramos nosso sincero agradecimento à Direção, servidores e colaboradores do IFCE, que não mediram esforços para apoiar a realização deste projeto e garantiu que a comunidade tivesse acesso a uma programação de qualidade, pautada nos valores dos direitos humanos e da preservação ambiental.
Também expressamos nossa gratidão a todos que participaram das sessões realizadas não apenas no campus, mas também em escolas, praças e outros espaços públicos de Cedro. Foram momentos enriquecedores de aprendizado, sensibilização e troca de experiências, por meio de filmes que estimularam importantes reflexões sobre os desafios contemporâneos relacionados aos direitos humanos e à emergência climática.
O Cineclube Divisão se sente honrado por ter integrado a Rede Nacional de Difusão da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos e por contribuir para que essa importante iniciativa chegasse a centenas de pessoas em nosso município.
Nosso muito obrigado a todos os parceiros, instituições, educadores, estudantes e membros da comunidade que estiveram conosco nesta caminhada. Que as reflexões provocadas pelos filmes continuem inspirando ações, diálogos e transformações em favor de uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável.

Dando sequência à programação da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos em Cedro, o Cineclube Divisão realizou, na tarde desta quarta-feira (18/06), a terceira sessão de exibição no auditório do IFCE – Campus Cedro.

Na ocasião, estudantes da instituição acompanharam a exibição de dois importantes filmes selecionados para a Mostra. O primeiro, “Volta Grande”, dirigido por Fábio Nascimento, retrata a trajetória de cerca de 300 famílias ribeirinhas removidas de suas casas em decorrência da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, e a luta dessas comunidades para conquistar o direito de retornar às margens do Rio Xingu.

Em seguida, foi exibido “Faísca”, de Bárbara Matias Kariri, obra que aborda o desaparecimento das onças do território tradicional de uma comunidade indígena e acompanha mulheres de diferentes gerações que se mobilizam para promover o retorno desses animais antes que desapareçam por completo, evidenciando a profunda relação entre cultura, memória e preservação ambiental.

Os dois filmes suscitaram importantes reflexões sobre a defesa do meio ambiente, os direitos das populações tradicionais e o direito à moradia, apresentando realidades marcadas pelos impactos de grandes empreendimentos e pelas transformações nos territórios.

A atividade proporcionou um rico momento de diálogo, sensibilização e conscientização entre os participantes, reafirmando o papel do cinema como ferramenta de educação, cidadania e promoção dos direitos humanos.

Dando continuidade às ações de difusão da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos em Cedro-CE, o Cineclube Divisão realizou, neste dia 16 de junho, mais uma importante sessão voltada especialmente para os estudantes da Escola Municipal Antonieta Jucás Marques, localizada no bairro Divisão.

Na oportunidade, foram exibidos dois filmes independentes que despertaram o interesse e a reflexão dos jovens participantes. O primeiro apresentou a Geotinta, uma técnica milenar de produção de tintas a partir de elementos naturais, evidenciando a relação sustentável entre o ser humano e a natureza, além de valorizar conhecimentos tradicionais e práticas ecológicas.

O segundo filme trouxe uma profunda reflexão sobre os direitos dos povos originários, retratando a realidade de uma comunidade indígena obrigada a abandonar suas terras em razão da ignorância e da ganância do homem branco. A narrativa denuncia as constantes invasões a territórios demarcados ao longo do Rio Xingu, bem como os impactos provocados pelo uso indiscriminado de agrotóxicos e outras práticas degradantes que contaminam rios, plantações e comprometem a sobrevivência das populações nativas.

Com expressiva participação dos estudantes, a sessão foi enriquecida pelos debates realizados ao final de cada exibição. As discussões possibilitaram a troca de ideias e contribuíram para ampliar o conhecimento e a consciência crítica dos jovens sobre temas fundamentais relacionados aos direitos humanos, à preservação ambiental e ao respeito à diversidade cultural, reafirmando o papel do cinema como instrumento de educação, cidadania e transformação social.

Começou oficialmente a tradicional Festa do Padroeiro São João Batista, em Cedro-CE. O município deu início às festividades juninas em homenagem ao seu santo padroeiro, reunindo a comunidade em uma programação diversificada que contempla atividades religiosas, sociais, esportivas e culturais.

Ao longo deste domingo, 14 de junho, a população cedrense participou intensamente da abertura da festa, demonstrando a fé, a devoção e o sentimento de pertencimento que fazem desta celebração uma das mais aguardadas do calendário local. A cada ano, moradores e visitantes renovam a expectativa por este momento especial, que une tradição, cultura e convivência comunitária.

Com uma programação preparada para todas as idades, a Festa de São João Batista reafirma sua importância como patrimônio cultural e religioso do município, fortalecendo os laços entre as famílias e valorizando as manifestações populares que mantêm viva a identidade do povo cedrense.

 

  • A festividades acontecerão ate o dia 24/06, com diversas atividades coordenadas pelo paróco Pe. Bonfim Jaime de Matos.

Seguimos com as sessões de difusão da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos, ampliando o alcance dessa importante iniciativa de formação cultural e cidadã.

Além das exibições programadas no IFCE – Campus Cedro, iniciamos nesta semana uma série de sessões em escolas públicas do nosso município, levando o cinema para mais perto de estudantes e educadores.

A ação fortalece a democratização do acesso ao audiovisual brasileiro e fomenta a produção cinematográfica nacional, valorizando o trabalho de diversos diretores e diretoras independentes que, por meio da sétima arte, promovem reflexões sobre direitos humanos, diversidade, inclusão e cidadania.

Mais do que exibir filmes, a Mostra cria espaços de diálogo, aprendizado e transformação social, reafirmando o poder do cinema como instrumento de educação e conscientização.

Hoje (11/06), tivemos mais uma sessão da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos no IFCE – Campus Cedro, onde o Cineclube Divisão exibiu dois importantes curtas-metragens, que promovem reflexões sobre memória, território, justiça social e ancestralidade.

O primeiro filme, “Ainda Há Moradores Aqui”, do diretor Tiago Rodrigues, no qual apresenta um documentário que evidencia as profundas marcas deixadas pelo desastre industrial provocado pela mineradora Braskem, em Maceió (AL). A obra dá rosto e voz às pessoas que permanecem em seus territórios, preservando suas histórias e fortalecendo a luta por justiça, reparação e direito à memória.

Na seguencia foi exibido o filme “A Terra de Onde Eu Vim” produzido pela diretora Icoense Alexia Duarte, trazendo um registro que parte da sensibilidade e da pesquisa desenvolvida pela artista plástica Lara Irís, onde convida o público a mergulhar no universo da Geotinta, uma técnica ancestral de pintura elaborada com pigmentos naturais extraídos da própria terra.

A 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos, é uma iniciativa do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania, em parceria com o Ministério da Cultura e com a Universidade Federal do Ceará, que utiliza o cinema como instrumento de reflexão, educação e transformação social.

Na manhã desta quarta-feira (10/06), o auditório do IFCE – Campus Cedro recebeu uma brilhante palestra sobre Bárbara de Alencar, ministrada pelo pesquisador e escritor cearense GYLMAR CHAVES, proporcionando um momento de grande relevância para a
comunidade acadêmica e cultural.

O encontro contou com uma participação expressiva de alunos, professores e demais educadores do Instituto, além da presença de educadores do município e representantes da Academia Cedrense de Letras (ACL), que contribuíram para tornar esse momento ainda mais enriquecedor e significativo.

A CASA DE CULTURA POPULAR NENÉM GALDINO manifesta sua profunda gratidão a todos que colaboraram para a realização deste importante encontro literário. Nosso agradecimento especial à direção e aos colaboradores do IFCE, à Academia Cedrense de Letras, a Farmácia Conviva Cedro, aos educadores da rede pública que prestigiaram o evento com suas presenças e, principalmente, aos alunos e alunas que participaram ativamente da palestra, enriquecendo o debate com perguntas, reflexões e curiosidades que conduziram uma conversa dinâmica e inspiradora.

Foi uma manhã marcada pela troca de conhecimentos, pelo incentivo à leitura, pela valorização da nossa história e pelo fortalecimento da cultura em nosso município.

Registramos, ainda, um agradecimento muito especial à Eugênia Chaves, cuja dedicação, apoio e incentivo foram fundamentais durante todo o processo de organização deste evento. Sua colaboração foi essencial para que este momento acontecesse da melhor forma possível.

A todos que estiveram presentes e contribuíram para o sucesso desta iniciativa, o nosso sincero muito obrigado e a nossa eterna gratidão.

Primeira sessão da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos reúne estudantes do IFCE Campus Cedro

Na última quarta-feira (03/06), o auditório do IFCE – Campus Cedro recebeu a primeira sessão da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos, uma das quatro exibições programadas para acontecer ao longo deste mês de junho na instituição.

A ação é promovida e realizada pelo Ponto de Cultura Casa de Cultura Popular Neném Galdino, por meio do Cineclube Divisão, fortalecendo o acesso à cultura e ao audiovisual na região.

O evento contou com a participação de estudantes do Instituto, que puderam acompanhar uma programação especial composta por filmes que estimulam reflexões sobre cidadania, diversidade, inclusão, memória e direitos humanos. Além disso, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer e valorizar produções independentes do audiovisual brasileiro, ampliando seu contato com diferentes narrativas e realidades sociais.

A Mostra de Cinema e Direitos Humanos é uma importante iniciativa de democratização do acesso ao cinema, promovendo o debate e a conscientização sobre temas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e plural. Por meio da exibição de obras comprometidas com a valorização da dignidade humana, o projeto reafirma o papel do cinema como ferramenta de educação, reflexão e transformação social.

A partir das 16h de hoje – 03 de junho, o Ponto de Cultura Casa de Cultura Popular Neném Galdino, através do Cineclube Divisão, dará inicio as sessões de Difusão da 15ª MOSTRA DE CINEMA E DIREITOS HUMANOS, no Auditório do IFCE – Campus Cedro. A Mostra é uma realização do Ministério dos Direitos Humanos, Ministério da Cultura e Universidade Federal do Ceará.

Serão exibições gratuitas de filmes que abordam temas fundamentais para a sociedade, promovendo encontros, diálogos e reflexões sobre direitos humanos, meio ambiente, territórios, infâncias, diversidade e saberes ancestrais.

Compareça e fortaleça esse valoroso momento de cidadania.

Você é noss@ convidad@… Sua presença é muito valiosa para todos nós!

O Cineclube Divisão apresenta neste mês de junho/2026 a 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos, uma iniciativa do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania – MDHC, em parceria com o Ministério da Cultura – MinC, e Universidade Federal do Ceará – UFC.

Serão várias sessões gratuitas de filmes brasileiros em diversos espaços da cidade, (IFCE | Campus Cedro, Escolas Municipais e Praça da Divisão, reunindo produções de realizadores indígenas, quilombolas e ribeirinhos, evidenciando a conexão direta entre justiça ambiental, diversidade cultural e direitos humanos.

Com o tema “Direitos Humanos e Emergência Climática: Rumo a um futuro sustentável”, a 15ª MCDH democratiza o acesso ao cinema, contribui também para a promoção e defesa de povos e comunidades tradicionais, e fortalece a identidade e o sentimento de pertencimento com o território.

Confira agora alguns temas abordados nos filmes da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos que serão exibidos nas sessões:

TERRA – Curtas que refletem sobre disputas por território, preservação da memória coletiva e resistência social.

ÁGUA – Curtas sobre justiça ambiental e memória, que atravessam rios, ancestralidade e resistência coletiva.

FLORESTA – Curtas indígenas que refletem sobre os impactos do agronegócio, ao mesmo tempo em que reafirmam práticas coletivas de resistência e cuidado com a floresta.

ESPECIAL | SESSÃO INFANTIL
4 Animações que convidam crianças, jovens e famílias a mergulharem em histórias sobre ancestralidade, natureza, imaginação e convivência coletiva.